Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

riscos_e_rabiscos

.

.

Freud, explica-me!

 

Sonhei com uma flor esta noite. Recordo-me da imagem da flor mas não sei o nome. Estava num vaso. Era grande, em tons rosa e violeta e com belas folhas viçosas. Um belo espécime de flora a transbordar de vida.

 

Sei que fui com alguém buscar a flor não sei onde. A uma casa que não sei identificar. A intenção era levá-la para a minha casa.

Ia a conversar com a tal pessoa que me acompanhava, quando o vaso me escorregou das mãos. O vaso despedaçou-se no chão, a flor desmembrou-se, tendo danificado flor e folhas. Lembro-me de ter ficado atrapalhada e estática sem saber o que fazer, ao mesmo tempo que o meu coração se apertou por ter sido a causadora do estrago de tão bela flor.

O sonho termina com a tal pessoa a dizer-me que agora tinha de ser ter muito cuidado com a planta para ver se ela conseguia sobreviver. E lembro-me de ter pensado para comigo própria, com preocupação, que teria de ir todos os dias verificar o estado da planta à minha casa.

 

A cena repetiu-se hoje, de novo. Não estou a gostar nada disto porque me perturba imenso. E gostaria de saber por que me estão a aparecer aos meus pés…

Tinha acabado de sair do colégio e vinha a descer a rua quando me deparo com mais um animal morto. Era um ratinho peludinho e bonito. Fez-me lembrar um hamster. Parecia um dos personagens da Beatrix Potter. Mais um nó na garganta, mais olhos inundados de lágrimas. E o suficiente para me deixar a pensar.

 

Será que isto são sinais de alguma coisa? Que interpretação posso fazer daqui? Serão coincidências ou indicadores de algo? Senhor Freud, se por acaso passar pelo meu blog e ler este post, faça-me um favor… interprete-me lá isto tudo!

Com mais umas confusões na cabeça, resisto.

 

Uma Questão de Ratos!

 

 

É oficial, inquestionável e altamente irritativo. Pelo menos para mim. Se há coisa que detesto são... ratos! São autênticas pragas.

Hã?! Mas não é desses seres mamíferos roedores que pululam por aí... e também não são os pequenos animais de estimação que dão pelo nome de hamsters. Não! Estou a falar dos ratos dos computadores! Não, não tenho ratos dentro do computador... Só fora.

Vou-vos explicar o porquê de estar chateada com estes pequenos seres tecnológicos.

Não sei se já repararam mas desde que entrei em férias, ando a postar no portátil (daí os meus erros ortográficos!). Os portáteis são muito giros, pequeninos, amorosos, cutchi-cutchi, etc. Mas pra mim têm um defeito terrível: o rato! Lá está...

Este portátil até tem dois ratos mas aconteceu uma tragédia. Chuif! Estou tão desgostosa e desanimada... Não é que o meu ratinho wireless, tão bonitinho, pretinho e pequenininho se suicidou?!

Primeiro não dava sinal de si. Fizémos massagem cardíaca, respiração boca-rato, trocámos a pilha do pacemaker mas nada...

Optámos depois por uma solução mais drástica - fazer uma operação de peito aberto. Foi então que nos veio o cheiro. Cheirava a queimado...

Retirámos as pilhas que foram regarregar, enquanto o pobre rato está em conserva em líquido criogénico. Está num impasse: ou cura ou lixo...

Não tive outro remédio senão recorrer ao rato do próprio portátil. Já houve uma bruta discussão entre nós. Parece que falamos linguagens diferentes... eu mando fazer uma coisa e ele faz outra! Isto pode ser?!

E depois que raio de coisa é esta de andar a fazer cócegas ao rato com o dedo? Tem algum jeito? Só me apetece é enfiar-lhe o dedo pelo... pêlo adentro! Vá, não sejam assim! Pensam que não me chega já os dedos amarelos das pipocas?!

Tenho que vos confessar que estou a morrer de saudades do meu ratinho pretinho. E as saudades são tantas, que quando vim para o computador, vinha acompanhada de um café. Até aqui tudo normal. Acabei de beber o café e pousei a chávena ao lado do pc... Já estão mesmo a ver o que aconteceu, não? Pois é... peguei na chávena e desatei a andar com ela para trás e para a frente como se do meu ratinho se tratasse...

Será que já pirei da batatinha e não dei por isso? Ou foi algum espírito natalício que se apoderou de mim? Arfs!